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Divisão · o que se lê e se vê

Cultura

O que se lê e se vê.

O átrio da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, com as galerias e a escadaria, em preto e branco. Fabiano Caruso from Rio de Janeiro, Brasil, 2010 · Flickr de Fabiano Caruso, via Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0

1O que é

A poesia em língua portuguesa do Labirinto, os vídeos-ensaio que o canal da Vigília fez em 2018 e 2019 e o arquivo da revista de ensaios e literatura que a Vigília foi de 2017 a 2021.

O que é de outros autores só volta ao ar com o direito conferido.

Ir ao Labirinto

2As seções

3 no ar · 6 em preparo · 1 ideia

  • no ar Labirinto arquivo aberto de poesia em língua portuguesa, com leituras gravadas
  • no ar Vídeos-ensaio (2018–2019) os oito ensaios do canal, com roteiros de Caique Zen
  • no ar A leitura uma citação por vez, com autor, obra e página, das fichas da casa
  • em preparo A revista (2017–2021) os ensaios e a literatura, quando o direito de cada autor estiver conferido
  • em preparo Tradução à vista o mesmo texto em várias mãos, e o que cada tradução decide
  • em preparo Intérpretes do Brasil as leituras da formação do país, da escravidão e da cultura popular
  • em preparo O livro por dentro colofão, orelha e prefácio, e quando o aparato desmente a obra
  • em preparo As leituras do Labirinto (2018–2021) Calvino, Daniel Faria, Saramago, Kaváfis, gravados com desenho sonoro
  • em preparo O poema do dia um poema do Labirinto com a gravação, na página inicial
  • ideia Webensaios histórias visuais com dados da cultura

3O que já existe

A revista que virou canal

Em 21 de maio de 2017, Luan Maitan e Caique Zen publicaram o primeiro texto da Vigília, então uma revista de ensaios e literatura. Vieram ensaios, poesia, traduções do russo, do lituano e do chinês, e um dossiê da Copa de 2018. Em novembro de 2018, a revista virou canal de vídeos-ensaio. Os textos antigos voltam ao ar quando o direito de cada autor estiver conferido.

O Labirinto e o canal

  • 1.214poemas publicados no Labirinto, de 2.025 no acervo
  • 2.052gravações de leitura
  • 8vídeos-ensaio no canal (2018–2019)

Labirinto: contagem do acervo em 21/09/2026 · labirinto.ink · vídeos: o canal no YouTube, datas de publicação conferidas em 28/10/2026

  1. A morte e o olhar

    nov. 2018

    Richard Avedon fotografou por seis anos o envelhecimento e a morte do pai.

    Roteiro de Caique Zen; produção, gravação e edição de Luan Maitan

  2. Os animais são outros povos

    nov. 2018

    “Não sei em qual poeta li que os animais são outros povos”.

    Roteiro de Caique Zen; produção, gravação e edição de Luan Maitan

  3. Em preto e branco

    dez. 2018

    Henri Cartier-Bresson atravessou o século XX, mas continuou fotografando em preto e branco.

    Roteiro de Caique Zen; produção, gravação e edição de Luan Maitan

  4. 47 segundos

    dez. 2018

    O que é possível fazer ou descobrir em 47 segundos na internet?

    Roteiro de Caique Zen; produção, gravação e edição de Luan Maitan

  5. A luta Yanomami

    jan. 2019

    Claudia Andujar perdeu quase toda a família no Holocausto.

    Roteiro de Caique Zen; produção, gravação e edição de Luan Maitan

  6. Cloé: as cidades e as trocas

    mai. 2019

    Sobre “As Cidades Invisíveis”, de Italo Calvino.

    Texto de Italo Calvino, numa leitura do Labirinto

  7. Cartas sobre o vazio

    jul. 2019

    Com Nadja Moraes, ao som de “The Rip Tide”, de Beirut.

    Com Nadja Moraes

  8. Luz e bruma

    ago. 2019

    Roteiro de Caique Zen; produção, gravação e edição de Luan Maitan

A leitura

Uma citação de cada vez, com o autor, a obra e a página. Saem das fichas de leitura da casa, conferidas no livro.

“Ele tem todo o direito de se tornar visível, mas as maneiras apropriadas de fazê-lo são outras: exigir que seu nome apareça com destaque na folha de rosto [...]. Mas ele não tem o direito de se tornar visível intervindo de modo ostensivo no texto do autor.”

Paulo Henriques Britto, A tradução literária, 2012, pp. 37–38

“o tradutor recorre à ultima ratio, a de anexar uma nota de pé de página — e a nota em pé de página ratifica a sua derrota.”

Umberto Eco, Quase a mesma coisa, 2003, trad. Eliana Aguiar, 2007, p. 109

“Basta imaginá-lo como lente focalizadora, em vez de neutro vidro plano: é a lente tradutória que faculta, à miopia do monolíngue, enxergar o mundo”

José Paulo Paes, Tradução, a ponte necessária, 1990, p. 111

“Não ter partido, em arte, significa apenas pertencer ao partido dominante.”

Bertolt Brecht, Pequeno Organon para o teatro, § 55, em Estudos sobre teatro, trad. Fiama Pais Brandão, p. 122

“Poucas coisas se fazem com opiniões políticas.”

Theodor Adorno, Teoria estética, 1970, trad. Artur Morão, p. 260

“Não há dúvida que, politicamente, Balzac era legitimista.”

Friedrich Engels, carta a Margaret Harkness, abril de 1888, em Marx e Engels, Sobre literatura e arte, trad. Albano Lima, p. 197

“— O editor edita. Ele não tem nada com o livro. Quem escreve é que é o responsavel.”

Carolina Maria de Jesus, Casa de alvenaria, v. 2, caderno 4, 13/03/1961 (ed. 2021; a grafia é da autora)

“A sociedade levantou um muro entre as classes, mas esse muro tem as suas fendas.”

Alfredo Bosi, A máscara e a fenda, 1982, p. 440

4Na gaveta

Projetos idealizados, ainda sem data. Ficam aqui para que se veja o que a divisão pode vir a ser.

  • Os samples dos Racionais MC’sde onde vem cada trecho que o grupo usouData story - webensaios (cofre)
  • As palavras de Machadoa palavra mais usada por Machado de AssisData story - webensaios (cofre)
  • O quadrado satortodas as aparições do quadrado mágicoData story - webensaios (cofre)
  • Diálogos com Borgesparceria hedra-VigíliaProjetos VIGILIA (cofre, 2021)
  • Biblioteca Anarquistaparceria hedra-VigíliaProjetos VIGILIA (cofre, 2021)

As cinco divisões, lado a lado

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